Advogados de Cássio alegam que, em razão da decisão do STF, não há mais necessidade de se prender a discussão no Supremo e todos os recursos devem ser devolvidos ao TSE para fins de regularização do registro dos barrados, conforme já fizeram os ministros Celso de Melo e Ellen Gracie, que se livraram dos recursos dos quais eram relatores.
“A Corte Suprema deve agir com a celeridade de quem não pretende mais perpetuar o dano já causado a quem foi eleito e não foi empossado. Quero acreditar que vivo num Brasil onde não precisamos mendigar por direitos reconhecidos pela Corte Suprema”, declarou Luciano Pires, um dos advogados de Cássio.
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