Estima-se que a implementação da nova Loje, tal como está sendo proposta, implicaria em um impacto orçamentário de R$ 75 milhões por ano só em relação às despesas com pessoal.
Somente os quatro novos cargos de desembargadores que o Tribunal quer criar levariam R$ 1,607 milhão por ano (subsídios mais 13º salários e dois períodos de férias), e o impacto saltaria para R$ 4,066 milhões por ano se somadas às despesas com seus auxiliares de gabinete. Hoje, o TJPB é composto de 19 desembargadores, número que só poderá ser alterado por proposta ao Legislativo estadual depois de aprovada por dois terços dos integrantes do Tribunal. Ao pé da letra – ou do número –, equivaleria a 13 desembargadores (arredondamento de 12,6).
O custo dos quatro novos membros do Tribunal é calculado considerando as despesas com mais vinte e quatro servidores que não são necessariamente efetivos: dois assessores jurídicos para cada novo desembargador, com salários de R$ 6 mil cada; três assistentes jurídicos para cada magistrado (cujo salário é R$ 6 mil); e um chefe de gabinete para cada um (com salário de R$ 7 mil). (AL)
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